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Dependência química

Três décadas de investigação científica e prática clínica produziram como resultado uma variedade de enfoques efetivos para tratar a dependência química.
1. Não há um tratamento isolado que seja apropriado para todas as pessoas.
2. O tratamento deve ser de fácil acesso.
3. O tratamento efetivo deve atender as múltiplas necessidades do indivíduo e não somente seu uso de drogas.
4. O plano de tratamento do paciente deve ser avaliado continuamente e modificado quando necessário, para assegurar que correspondam as novas necessidades do indivíduo.
5. Para que o tratamento seja efetivo é essencial a permanência em tratamento por um tempo adequado.
6. A terapia individual e/ou de grupo e outras terapias comportamentais são componentes essenciais do tratamento efetivo da dependência química.
7. Para muitos pacientes os medicamentos constituem importante componente do tratamento, especialmente quando combinados com diferentes tipos de terapia.
8. Dependentes químicos com comorbidades psiquiátricas devem receber tratamento integrado para os dois problemas.
9. A desintoxicação médica é apenas a primeira etapa do tratamento da dependência e, por si só, pouco altera o uso de drogas em longo praz.
10. O tratamento não necessita ser voluntário para ser efetivo.
11. O possível uso de drogas durante tratamento deve ser continuamente monitorado.
12. Os programas de tratamento devem incluir investigação de HIV/AIDS, hepatite B e C, tuberculose, e outras doenças infecciosas, e deve incluir terapias para auxiliar os pacientes a modificar os comportamentos de risco que possam infectar a eles ou outras pessoas.
13. A recuperação na dependência química pode ser um processo a longo prazo e frequentemente requer múltiplas tentativas de tratamento.

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